Foi mais uma quinta-feira.
Quase que como sempre.
Em uma certa casa noturna de São Paulo, chegou a hora de ver o que acontecia no dark room.
[se é que se pode chamar aquilo de dark room]
O altão de boné estava lá como sempre.
O hétero gostosão também apareceu para ver se tinha alguma mulher.
Pois é um dark room muito diverso.
A maioria é homem gay, mas aparece casal de lésbicas, HTs arrastando ou desesperados por mulheres, sem contar uma ou outra trava. E os que comem as travas. Tem gosto para tudo.
Dois caras novos se pegavam a meu lado.
O mais alto queria me agarrar ao mesmo tempo que pegava o outro.
Já o mais baixo não queria compartilhar.
Então, me afastei, não estou aí para roubar pegação dos outros.
Um cara, meio magrinho, passou a mão em mim.
Reconheci o cara e lembrei que era um tipo passivo.
Perfeito pra uma putaria básica.
Há muito tempo que não tinha vontade de pegar alguém ali.
Deixei ele passar a mão, comecei a beijar e levei o cara mais pro fundão.
Pega daqui, pega dali, viro o cara, abaixo a calça, procuro uma camisinha e começo a comer. Ali mesmo, no aperto, e com o tal casal ao lado. E o mais alto de novo querendo passar a mão em mim ao mesmo tempo.
Chega uma certa hora, o carinha se dá por satisfeito.
Eu não estava. Fiquei ali pelo fundão mesmo.
Um outro novinho, magrinho de cavanhaque, mais baixo que eu, me pega.
Beijação. Pegação. Por um bom tempo.
Como é comum em putaria, o cara parou de repente.
Depois de um tempo, queria me pegar de novo.
Aí tudo de novo.
Na segunda vez que fez isso, fiz sinal com o corpo que já chegava pra mim.
E o cara volta e meia pegava minha mão para por no pau durão dele.
Mas eu não estava mais a fim.
Entra uma trava gorda.
Fica do meu lado.
Aí fico num dilema. Não quero nada, não curto mesmo, até me brocha só a idéia, mas também acho ofensivo sair direto do lado se não fez nada comigo.
Depois de um tempo, vem o segurança avisar que tá na hora de fechar aquela parte da casa.
Resolvo que não estou satisfeito.
Vou para uma sauna chique nas imediações.
Não sou de sauna, mas essa noite já tinha meio pensado em ir para variar.
Pouca gente, mas os que estão lá são quase todos interessantes.
Dou a primeira volta de reconhecimento.
Na segunda, um gostoso, fortinho, sem exageros, dá mole.
Encosto nele e começa uma pegação.
Mas não dura muito, o cara me dispensa.
Dou mais uma volta.
Tem um cara interessante parado no corredor.
Paro duas vezes na diagonal dele.
Mas não dá para perceber se ele está fim ou não.
A linguagem corporal dele é ambígua.
Resolvo não perder tempo.
Vou andar. Nisso passo por um baixinho tipo barbie.
Sarado, tatuado, cabelo raspado.
Dou aquele leve encontrão nele e ele fica.
Rapidamente descubro o que ele quer.
O rabo dele já está cheio de KY.
Falo para ir pras cabines no andar de baixo.
Ele me leva pra cabine dele.
Pergunta se eu quero padê.
Minha resposta padrão:
Não, obrigado. Mas se vc quiser usar, fique à vontade.
O cara confirma se não me incomodo mesmo. E começa a usar.
Em seguida, começo a comer o cara.
Muito gostoso, o cara dá bem, beija decente.
Como de um jeito, como de outro.
Nos intervalos para troca de posição, o cara cheira mais.
Cada um com seus pecados.
Numa certa hora, além de estar com o pau dentro do cara, meto um dedo.
Depois dois. Três. Quatro.
E o cara adorou.
Até pediu mais tarde para por os cinco dedos dentro dele.
Depois de comer muito, decido que quero gozar.
O cara era daqueles que dava de pau mole.
Então nem me preocupo muito se ele vai gozar.
Peço pra ele ficar de lado e ficarmos beijando.
Ele pergunta onde quero gozar.
E diz que quer que eu goze na boca dele.
Foi o que aconteceu.
Enquanto ele dava pra mim, rolava o papo de foder de novo.
De foder a 3. De fazer dupla penetração.
Quando acabou, ficou claro que era só papo.
Normal, nem esquento mais.
Hora de tomar banho e ir embora.
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Um comentário:
Jura que essa é sua rotina de quinta? Uau... acho que eu andei subestimando esse dia da semana! hehehe
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